O Amapá vive um momento crítico, uma necessidade primordial em tempos modernos nos falta, a energia, sem ela dificilmente conseguiremos nos desenvolver. Estamos fadados a continuar como um Estado insignificante para federação, que serve apenas de base para políticos ascenderem ao poder e abrir caminho para prole no seu Estado de origem.
Um Estado que tem nada menos que o presidente do Senado e senhor das minas e energia como representante, ainda padece com a falta de energia. Isso nos faz meditar e voltar há um passado recente, no qual os constantes apagões eram comuns, mas que por um período considerável tinha nos deixado, agora parece que o mesmo fantasma voltou a nos assustar. O que aconteceu com promessa do nosso ilustre Senador de trazer um linhão da hidrelétrica de Tucuri? Não prosperou. A construção de uma nova hidrelétrica está há anos no papel. Assim vamos vivendo no subdesenvolvimento e com um futuro incerto. Sem energia dificilmente o Estado terá um futuro seguro para as atuais e futuras gerações.
Onde estão nossos representantes? Aliados do presidente do Senado, ou da oposição. O momento é de refletir, gritar e exigir. O Amapá não pode viver somente da economia do contracheque, que, aliás, está fragilizada e precisa com urgência de reparos.

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