domingo, 29 de novembro de 2009

A NECESSIDADE DE REPRESENTATIVIDADE.

Todas as classes hoje procuram representatividade no poder legislativo, sejam municipal, estadual ou federal. Decorre da necessidade de melhorar as condições de trabalhos e a valorização de cada classe representada.
Os militares já possuem em alguns Estados seus representantes, noutros alguns tinham e agora já não os têm e outros ainda não tiveram.  Mas com a proximidade das eleições gerais de 2010 os quartéis começam a lançar possíveis nomes para avaliação da tropa e sociedade.  Outros se oferecem, enquanto uns pretendem retornar.
Mas devemos analisar e fazer uma profunda reflexão de quem devemos apoiar. A primeira pergunta que deve ser feita é se o cidadão que pretende ser nosso representante tem um passado que demonstrem interesse pelas necessidades coletivas dos militares. A segunda é se ele representa a maioria, ou apenas grupos isolados. Suas atitudes podem condená-lo. E quem é, ou foi gestor pode ser observado com mais critério, pois ficam evidentes suas tendências administrativas, e sem sombra de dúvidas irá usá-las se conseguir acessar um mandato popular.
A necessidade de melhorar o contexto social que nos cercar é constante, sempre estamos à procura de melhorias, sejam pessoais ou coletivas, mas quando nos dispomos a disputar um cargo eletivo, ou mesmo assumir a gestão de um órgão público temos que colocar de lado as individualidades e perseguir com mais interesse o que possa ser melhor para a coletividade. Quando o cidadão é investido em um cargo público ele trabalha para todos e não só para alguns, é claro que um ou outro terão mais benefícios, mas em contrapartida deverão ter mais trabalhos. É o natural, quem trabalha mais deve ter mais benefícios, mas quando acontece o contrário fica evidente que o gestor quiz somente beneficiar a si e seus apaziguados.
Exercer um cargo eletivo é uma responsabilidade sem tamanho, a pessoa fica atrelada e disponível para atender os interesses da sociedade, ou seja, brigar por seus direitos, tentar melhorar a vida das pessoas e diminuir a desigualdade social, a qual em nosso país é abissal. Esse é o papel de um representante em uma democracia instituída por um Estado de Direito. Porém a visão distorcida de que ser parlamentar ou gestor é uma forma de acessar poder e ter status deve ser extirpada de a nossa sociedade. Devemos dizimar a velha política dos coronéis a qual só servia para beneficiar os parentes e amigos dos políticos. Vivemos uma nova época, nova geração, e devemos mudar os rumos da política brasileira.

Assim com a proximidade de mais um pleito eleitoral é de suma importância a escolha de um representante legítimo dos militares. Que nos represente e possa lutar por melhorias da classe  militar, e da sociedade em seu todo, para com isso contribuirmos para melhorias na qualidade de vida de todos.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Plenário decidirá sobre piso de policiais militares

Agência Câmara
Publicação: 26/11/2009 21:19

A comissão especial sobre a PEC 300/08, que define o piso salarial de policiais militares e bombeiros, concluiu na quarta-feira (25) a votação da matéria. Um acordo entre os parlamentares possibilitou que o texto aprovado mantivesse o piso de R$ 4,5 mil proposto pelo relator, deputado Major Fábio (DEM-PB), bem como a equiparação salarial com os policiais e bombeiros do Distrito Federal, conforme previa o texto original da PEC, do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP).

O presidente da comissão, deputado José Otávio Germano (PP–RS), afirmou que caberá ao Plenário decidir se a melhor opção é o piso com valor nominal ou a equiparação com o DF.

Para Faria de Sá, a equiparação é a escolha mais segura. “Um piso nominal pode perder o seu valor ao longo dos anos, por isso a minha ideia inicial era ter os policiais do DF como referência, porque são os mais bem remunerados do País”, afirmou. Um soldado da Polícia Militar do Distrito Federal atualmente tem salário inicial de R$ 4.056,59.

Federais As remunerações dos profissionais de segurança pública do DF são em geral mais altas do que nos estados porque são custeadas pela União e mantêm certa equivalência com as dos policiais federais, que chegam a ganhar cerca de R$ 20 mil em fim de carreira.

Já o deputado Major Fábio considerou que a Constituição Federal veda a equiparação. Ele propôs o piso de R$ 4,5 mil e um segundo piso para o primeiro posto de oficial — 2º tenente — no valor de R$ 9 mil. Ele observou que não há como saber o valor exato dos vencimentos dos policiais militares no DF, porque as remunerações variam de acordo com a função exercida.

Os deputados da comissão optaram por concluir o mais rapidamente possível a votação da matéria para que ela tivesse prioridade em relação a outra PEC de mesmo teor já aprovada pelo Senado e que chegará à Câmara nos próximos dias. As propostas serão analisadas em conjunto pelo Plenário e passarão por dois turnos de votação.


Senado discute piso salarial nacional para policiais civis e militares

 PLENÁRIO / Votações
25/11/2009 - 22h09

Em decorrência de acordo de líderes partidários, o Plenário do Senado realizou, nesta quarta-feira (25), cinco sessões seguidas de discussão da proposta de emenda à Constituição (PEC 41/08) de autoria do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) que institui um piso salarial nacional para policiais civis e militares, inclusive bombeiros. O prazo de interstício para as discussões em primeiro turno foi, então, suprimido.
A PEC prevê ainda a participação da União no custeio de parte da implantação deste piso, por meio de fundo próprio. E estabelece um prazo máximo de dois anos para o início da implantação gradual desse piso salarial.

Renan Calheiros afirma, em sua justificação, que o objetivo da proposta é "dar melhores condições de vida para um segmento dos mais importantes do poder público, por meio do estabelecimento de uma remuneração mínima e digna".

Durante a discussão, os senadores Papaléo Paes (PSDB-AP), Efraim Morais (DEM-PB), Cícero Lucena (PSDB-PB), Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Rosalba Ciarlini (DEM-RN), Romeu Tuma (PTB-SP), José Agripino (DEM-RN), Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), Renato Casagrande (PSB-ES), Valdir Raupp (PMDB-RO), Cesar Borges (PR-BA), Paulo Paim (PT-SP) e João Vicente Claudino (PTB-PI) manifestaram seu apoio à aprovação da matéria. Eles destacaram a importância da instituição do piso salarial para a valorização da carreira dos policiais civis e militares nos estados.

domingo, 22 de novembro de 2009

Associação dos bombeiros do Amapá.

Estatuto da Associação dos Bombeiros do Amapá está pronto, no próximo dia 25 convocaremos uma Assembleia Geral para fundar a Associação. O objetivo é desvincular os bombeiros da Associação dos Miltares do Amapá -ASMEAP, tendo em vista a inoperância da Associação e seu cunho político partidário.

Tragédia

Aluno do Curso de Formação de Sargentos, Edson Ferreira Brito, morreu de forma  inexplicável em um treinamento de sobrevivência na selva, no dia 17 de novembro, por volta das 19h. O fato ocorreu quando os militares participavam de uma instrução de travessia de um lago através de um cabo submerso. Até o momento as explicações sobre o ocorrido são muitas, mas inconclusivas. A única verdade do ocorrido é que o militar morreu afogado depois de um dia exaustivo  de treinamento, sendo que os alunos tinham acabado de participar de um Curso de Guarda vidas.

Depois do ocorrido fica a pergunta, qual o objetivo de se fazer treinamentos voltados para guerrra, como o cabo submerso? Os bombeiros trabalham com equipamentos e  precisam de um bom condicionamento físico e psicológico, segurança e equipamentos, é hora de rever a formação dos bombeiros no Amapá. Que tipo de Oficial as academias estão formando? Onde estava a segurança? Não tínhamos ambulâncias, mergulhadores etc. Fica agora a pergunta para o Comando da Corporação.

Nesses momentos é que percebemos que o militarismo em determinados momentos atrapalha na formação do profissional bombeiro, os responsáveis pela formação dão mais ênfase para a parte militar às técnicas bomberísticas.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

CCJ aprova piso salarial para policiais e bombeiros

CCJ aprova piso salarial para policiais e bombeiros
Mário Coelho
Os senadores da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovaram há pouco a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 41/08, que cria um piso salarial nacional para policiais civis e militares e bombeiros. Além disso, a matéria também prevê a criação de um fundo com recursos federais para custear o pagamento dos salários dos servidores.

A proposta agora segue para apreciação do plenário do Senado. A partir de sua aprovação, o governo terá um ano para definir o valor do piso, como será colocado em prática e de qual maneira. Segundo o relator da matéria, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), a matéria tem o apoio do Ministério da Justiça. Ele, inclusive, já teria conversado com o secretário da Assuntos Parlamentares da pasta, Pedro Abramovay, sobre o tema.

"Um dos graves problemas da segurança pública, além da estrutura policial arcaica, é a remuneração dos policiais", afirmou Demóstenes. Para o senador, pagar adequadamente os policiais é condição para "atrair e manter na carreira profissionais de qualidade, motivados e comprometidos com a segurança pública e o bem-estar do cidadão".

TEMPOS DE ESCURIDÃO


O Amapá vive um momento crítico, uma necessidade primordial em tempos modernos nos falta, a energia, sem ela dificilmente conseguiremos nos desenvolver. Estamos fadados a continuar como um Estado insignificante para federação, que serve apenas de base para políticos ascenderem ao poder e abrir caminho para prole no seu Estado de origem.

Um Estado que tem nada menos que o presidente do Senado e senhor das minas e energia como representante, ainda padece com a falta de energia. Isso nos faz meditar e voltar há um passado recente, no qual os constantes apagões eram comuns, mas que por um período considerável tinha nos deixado, agora parece que o mesmo fantasma voltou a nos assustar. O que aconteceu com promessa do nosso ilustre Senador de trazer um linhão da hidrelétrica de Tucuri? Não prosperou. A construção de uma nova hidrelétrica está há anos no papel. Assim vamos vivendo no subdesenvolvimento e com um futuro incerto. Sem energia dificilmente o Estado terá um futuro seguro para as atuais e futuras gerações.

Onde estão nossos representantes?  Aliados do presidente do Senado, ou da oposição. O momento é de refletir, gritar e exigir. O Amapá não pode viver somente da economia do contracheque, que, aliás, está fragilizada e precisa com urgência de reparos.